Bancada diz priorizar saúde em RR mas setor ainda tem deficiências

Neste ano, a bancada federal de Roraima em Brasília conseguiu liberar R$ 36 milhões de um total de R$ 70 milhões oriundos de emendas impositivas para as unidades de saúde do estado. Essa liberação de pouco mais da metade dos recursos previstos no Orçamento da União para 2017 é decorrente do contingenciamento de recursos pelo Governo Federal. O dinheiro é destinado às Unidades de Atendimento de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar da saúde estadual.

De emendas apresentadas pelo deputado Remídio Monai foram garantidos cerca de R$ 7,6 milhões destinados aos municípios de Pacaraima, Bonfim, Caracaraí, Mucajaí e São João da Baliza. No ano passado, ele apresentou emendas que, juntas, somam R$ 6,5 milhões para a estruturação de Unidades de Atenção Especializada em Saúde no Estado de Roraima.

Os recursos vão permitir a ampliação do Hospital Regional Sul Ottomar de Sousa Pinto (Hospital de Rorainópolis), com a construção do bloco da maternidade e também a aquisição de novos equipamentos para Unidade de Atenção Especialidade Policlínica Cosme e Silva, em Boa Vista.

Nos últimos três anos, o deputado diz ter priorizado a área da saúde pública na destinação das emendas individuais. Foram 18 propostas aprovadas de execução obrigatória ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que somam mais de R$ 18 milhões para investimento e custeio de unidades hospitalares em Roraima.

“Queremos assegurar todas as condições para que a população tenha acesso ao sistema público de saúde de qualidade. Estamos trabalhando para que os recursos cheguem ao Estado, e que sejam corretamente executados”, afirmou.

Monai afirma que esse aporte vai contribuir para a melhoria dos serviços oferecidos, através da modernização e aquisição de novos equipamentos. “Nossa maior preocupação é assegurar a cidadania. A saúde precisa ser priorizada e fico feliz em poder contribuir para minimizar os efeitos dessa crise”, disse.

Para ele, é inadmissível que a população continue sofrendo com as longas filas de espera para consultas e exames, falta de médicos para atendimento, pacientes em macas pelos corredores dos hospitais, precariedade nas instalações ambulatoriais e hospitalares, falta de equipamentos básicos e medicamentos.

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